Museu

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Museu Catavento: Chegada

Quero agradecer a participação de todos na excursão, foi ótimo compartilhar esses momentos com vocês.

Museu do Ipiranga

Poucos meses após a proclamação da Independência, em 7 de setembro de 1822, surgiu a primeira proposta, seguida de inúmeras outras de erigir um monumento à Independência do Brasil no próprio local onde ela havia sido proclamada, às margens do riacho do Ipiranga. Por falta de verbas e de entendimentos quanto ao tipo de monumento a ser erigido, é somente após sessenta e oito anos da proclamação que a idéia se concretiza, com a inauguração do edifício-monumento, em 1890.

Em 1884 é contratado, como arquiteto, o engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi, que, no ano anterior, havia apresentado o projeto de um monumento-edifício para celebrar a Independência. O estilo arquitetônico adotado, o eclético, havia muito estava em curso na Europa e viria marcar, a partir do final do século XIX, a transformação arquitetônica de São Paulo. Valendo-se de uma das principais características do ecletismo a recuperação de estilos arquitetônicos históricos. Bezzi utilizou, de forma simplificada, o modelo de palácio renascentista para projetar o monumento.

O Museu Paulista é uma instituição científica, cultural e educacional com atuação no campo da História e cujas atividades têm, como referência permanente, um acervo. Essas atividades envolvem, portanto, a formação e ampliação de coleções (por intermédio de doações, aquisições ou coleta de campo), sua conservação física, seu estudo e documentação bem como a divulgação, seja do acervo, seja do conhecimento que ele permite gerar, através de exposições, cursos e publicações. Enquanto museu exclusivamente histórico, o Museu Paulista é especializado no estudo dos aspectos materiais da organização da sociedade brasileira segundo três linhas básicas de pesquisa: Cotidiano e Sociedade; Universo do Trabalho; História do Imaginário.

O museu paulista conta com um acervo de mais de 125.000 unidades, entre objetos, e documentação. O acervo do Museu Paulista tem sua origem em uma coleção reunida pelo Coronel Joaquim Sertório, da qual constavam espécimes de História Natural peças de interesse etnográfico e histórico. Esta coleção particular encontrava-se na própria residência do Coronel, situada no Largo Municipal, hoje Praça João Mendes. Em 1890, a coleção foi adquirida pelo Conselheiro Francisco de Paula Mayrink, que a doou, juntamente com objetos da coleção Pessanha, ao Governo do Estado.

Em 1891, o Presidente do Estado, Américo Brasiliense de Almeida, deu a Alberto Löefgren, botânico da Comissão Geográfica e Geológica do Estado à incumbência de organizar esse acervo, designando-o Diretor do recém-criado Museu do Estado. As coleções existentes foram reunidas, em 1892, num prédio localizado no Largo do Palácio, atual Pátio do Colégio. No ano seguinte, foram transferidas para um prédio situado na Rua da Consolação.

Em 1893, o Museu do Estado deixa de pertencer à Comissão Geográfica e Geológica, por determinação do então Presidente do Estado, Bernardino de Campos. Como Diretor do Museu é designado o zoólogo Hermann von Ihering, incumbido de transferir o acervo da instituição para um novo local: o edifício-monumento recém-inaugurado, às margens do Ipiranga.

Essa decisão foi tomada para atender às determinações do Governo Provisório do novo regime republicano que, ao incentivar a conclusão do monumento em 1890 exige que a ele fosse dado um "destino útil": de escola ou instituição científica.

O Governo determina, então, que o Monumento do Ipiranga seja utilizado para abrigar o Museu do Estado, lei n. 192 de 25 de agosto de 1893.

Transferida no ano seguinte, já sob a denominação de Museu Paulista, a instituição é oficialmente inaugurada a 7 de setembro de 1895 pelo Presidente do Estado, ficando subordinada à Secretaria dos Negócios do Interior, posteriormente da Educação.

Ao longo de seus mais de cem anos, o Museu Paulista sofreu uma série de modificações com o desmembramento de parte de seus acervos: em 1927, a seção de Botânica passou a integrar o Instituto Biológico de Defesa Agrícola e Animal; 12 anos depois, em 1939, é a vez da seção de Zoologia, que passa a fazer parte da Secretaria de Agricultura, dando origem ao atual Museu de Zoologia da USP. A mais recente reformulação, ocorrida em agosto de 1989, transferiu os acervos arqueológicos e etnológicos para o Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, restringindo, assim, a tipologia das peças que compõem o acervo da Instituição, atualmente, ao campo exclusivamente histórico.

No acervo de gravuras e desenhos, destacam-se a coleção Bernardelli, que reúne cerca de 1400 trabalhos dos irmãos Henrique e Rodolpho Bernardelli, e obras de artistas como Miguelzinho Dutra, Pedro Américo e Antonio Parreiras, José Wasth Rodrigues, Jules Martin, entre outros. O acervo de esculturas conta com estátuas, bustos, maquetes e baixos-relevos. Algumas integram a alegoria do edifício como as estátuas em mármore dos bandeirantes Antônio Raposo Tavares e Fernão Dias Paes, de Luigi Brizzollara (Saguão); a estátua em bronze de D. Pedro I, de autoria de Rodolpho Bernardelli (nicho central da Escadaria). O conjunto reúne, ainda, estatuetas que decoravam as casas da aristocracia e burguesia brasileiras dos séculos XIX e XX.

São diversas as coleções fotográficas que integram o acervo, produzidas, sobretudo, entre 1860 e meados deste século. Retratos e álbuns fotográficos amadores permitem a construção de uma História Social da Família por informar visualmente sobre ritos tais como casamento, batismo, aniversário, formatura etc. Neste caso, merece menção especial a coleção de fotografias de Militão Augusto de Azevedo, que reúne mais de 12.000 retratos produzidos entre 1862 e 1885. O acervo conta, também, com expressiva coleção de cartões postais referentes a cidades brasileiras, especialmente São Paulo. Destaca-se ainda a coleção Santos Dumont, com originais que registram as experiências aeronáuticas do inventor. Na cartografia existente no acervo predominam as plantas e mapas da cidade de São Paulo até meados deste século. O material impresso conta com os cartazes e álbuns de figurinhas referentes a movimentos políticos como a Revolução Constitucionalista de 1932, e a comemorações nacionais ou regionais, como o I Centenário da Independência do Brasil (1922), entre outros.

O Museu Paulista possui 640 metros lineares de documentos textuais, agrupados em uma centena de coleções e fundos de arquivo públicos e privados. Integra o conjunto o Arquivo Permanente do Museu (Fundo MP), no qual estão inventariados os documentos gerados pela própria instituição entre os anos 1893 e 1963, quando o Museu é incorporado à Universidade de São Paulo. Diferentes aspectos da vida política, institucional e doméstica de segmentos da sociedade brasileira, especialmente paulistana, podem ser cobertos por uma documentação que, não poucas vezes, completa o acervo de objetos e imagens. Entre muitos, destacam-se partituras de óperas do compositor Carlos Gomes; ofícios e correspondências de políticos ligados ao Movimento de Independência do país. Podem ser mencionadas também as cartas pessoais de famílias como Pacheco e Chaves, Tobias de Aguiar, Rangel Pestana, Souza Queiroz; os documentos de Tommaso Gaudenzio Bezzi, arquiteto responsável pela construção do edifício que abriga o Museu; os cadernos e notas do Barão de Ramalho; os boletins e diário de campo da Cavalaria Rio Pardo (Revolução Constitucionalista de 1932) além de documentos relacionadoas a atividades públicas e privadas de natureza as mais diversas como convites, menus, certidões, declarações, diplomas, contratos, notas, guias, procurações, requerimentos etc.

São diversas as coleções fotográficas que integram o acervo, produzidos, sobretudo, entre 1860 e meados deste século. Retratos e álbuns fotográficos amadores permitem a construção de uma História Social da Família por informar visualmente sobre ritos tais como casamento, batismo, aniversário, formatura etc. Neste caso, merece menção especial a coleção de fotografias de Militão Augusto de Azevedo, que reúne mais de 12.000 retratos produzidos entre 1862 e 1885. O acervo conta, ainda, com expressiva coleção de cartões postais referentes a cidades brasileiras, especialmente São Paulo. Destaca-se ainda a coleção Santos Dumont, com originais que registram as experiências aeronáuticas do inventor. Na cartografia existente no acervo, predominam as plantas e mapas da cidade de São Paulo até meados deste século. O material impresso conta com os cartazes, folhetos ilustrados, manuais de produtos industrializados e álbuns de figurinhas referentes a movimentos políticos como a Revolução Constitucionalista de 1932, e a comemorações nacionais ou regionais, como o I Centenário da Independência do Brasil (1922), entre outros.

Instalada no dia 07.09.1895, a Biblioteca do Museu Paulista sofreu um primeiro desmembramento em 1938, quando parte de seu acervo foi transferido para o atual Museu de Zoologia. Em 1989, a USP unificou seus acervos de Arqueologia e Etnologia, resultando em novo desmembramento. Essa longa existência possibilitou a inclusão de obras preciosas em seu acervo.

Assim, a Biblioteca do Museu Paulista adquiriu um perfil especializado na área de História, mais particularmente, no campo de estudos da Cultura Material. Como centro de apoio à pesquisa científica dentro de um museu histórico, contempla sobretudo as várias tipologias do acervo museológico - como Indumentária, Porcelanas, Fotografias, Pinturas, Mobiliário, Armas, Sociologia dos Objetos, Iconologia e Iconografia, Museologia, Conservação e Restauro, Educação em Museus, entre outros assuntos.

Atualmente, as exposições do Museu Paulista estão passando por um processo de reformulação, de acordo com o Plano Geral de Exposições, estabelecido pela equipe técnico-científica da instituição.

As mudanças estão se dando tanto nas linhas conceituais de História e Museologia, como na revitalização dos acervos por meio de trabalhos de conservação e restauração.

O Plano Geral define a organização dos acervos, nas três principais alas de exposição, segundo as três linhas de pesquisa às quais o Museu se dedica.

No andar térreo, a Ala Oeste aborda, sob o prisma da História do Imaginário: os Descobrimentos; as viagens no período colonial; a São Paulo das igrejas, a capital administrativa e o espaço urbano em meados do século XIX.

No andar superior, a Ala Leste, girando em torno do Universo do Trabalho: a maquete do edifício, de 1885-1890, como objeto técnico; a ligação São Paulo-Santos na "era do café"; a São Paulo do comércio na virada para o século XX; o acervo de mobiliário sob a óptica de sua confecção.

Na Ala Oeste do andar superior, aspectos de Cotidiano e Sociedade: o espaço doméstico no final do século XIX e início do XX e numa segunda parte, os anos 1920 a 1950 em São Paulo.

Além dessas áreas, estão previstas: no andar térreo, uma Galeria dedicada à instalação ou fomento de serviços públicos na cidade de São Paulo no final do século XIX (Corpo de Bombeiros, Serviço Sanitário, Iluminação etc.), uma exposição permanente sobre a modernidade na virada para o século XX, tendo, como eixo, Santos Dumont e uma área de exposições temporárias. No subsolo, exposições rotativas de acervos do Museu Paulista.

O arquiteto e engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi foi contratado em 1884 para realizar o projeto de um monumento-edifício no local onde aconteceu o evento histórico da Independência do Brasil, embora já existisse esta idéia desde aquele episódio.

O edifício tem 123 metros de comprimento e 16 metros de profundidade com uma profusão de elementos decorativos e ornamentais. A técnica empregada foi basicamente a da alvenaria de tijolos cerâmicos, uma novidade para a época (a cidade ainda estava acostumada a construir com taipa de pilão). As obras encerraram-se em 15 de novembro de 1890, no primeiro aniversário da República. Cinco anos mais tarde, foi criado o Museu de Ciências Naturais, que se transformou no Museu Paulista. Em 1909, o paisagista belga Arsênio Puttemans executou os jardins ao redor do edifício. Este desenho de jardim foi substituído, provavelmente nos anos 20, pelo paisagismo do alemão Reinaldo Dierberger, desenho que se mantém, em sua maior parte, até os dias atuaiO Museu Paulista tem em seu acervo de mais de 125 mil artigos, entre objetos (esculturas, quadros, jóias, moedas, medalhas, móveis, documentos e utensílios de bandeirantes e índios), iconografia e documentação arquivística, do século XVI até meados do século XX, que servem para a compreensão da sociedade brasileira, com especial concentração na história de São Paulo. Os acervos têm sido mobilizados para as três linhas de pesquisa as quais o museu se dedica:s.

O acervo do Museu Paulista tem sua origem em uma coleção particular reunida pelo coronel Joaquim Sertório, que em 1890, foi adquirida pelo Conselheiro Francisco de Paula Mayrink, que a doou, juntamente com objetos da coleção Pessanha, ao Governo do Estado. Em 1891, o presidente do Estado, Américo Brasiliense de Almeida, deu a Alberto Löefgren a incumbência de organizar esse acervo, designando-o diretor do recém-criado Museu do Estado. As coleções, ao longo dos mais de cem anos do museu, sofreram uma série de modificações com o desmembramento de parte de seus acervos e incorporações.E batatas

O acervo do museu se encontra tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. Parque da Independência
O Parque da Independência, ao lado do Museu de Zoologia, é tombado como patrimônio histórico e arquitetônico e comporta um trecho do riacho do Ipiranga, a Casa do Grito, o Monumento à Independência, o Jardim Francês, o Museu Paulista e o Horto Botânico. Sua área é de quase 163.000 m2. O Horto Botânico, plantado no início do século XX, transformou-se em denso bosque onde se encontram espécies como guapuruvú, pau-ferro, sapucaia, cedro, figueira, e várias outras árvores frutíferas que propiciam alimentação e abrigo para muitas aves.

Entre as aves do Parque, podem ser vistos periquitos-verdes, bem-te-vis, sabiás, sanhaços, tico-ticos, pardais, corujas, cambacicas, rolinhas, anús-brancos e corruíras. Há também a presença de pequenos mamíferos, roedores e gambás.

Museu de Zoologia

Os objetivos do Museu de Zoologia são:

• Manter e conservar coleções zoológicas;
• Realizar pesquisas científicas;
• Promover o ensino em diversos níveis;
• Desenvolver ações de difusão cultural;
• Prestar serviços à comunidade na sua área de atuação.

O Museu de Zoologia faz estudos sobre animais, especialmente sobre a fauna da Região Neotropical, que abrange a América do Sul e a América Central.

As pesquisas zoológicas são feitas principalmente nas áreas de taxonomia, sistemática, evolução e biogeografia e baseiam-se nas grandes coleções de animais, hoje com cerca de 8 milhões de exemplares conservados em meio líquido ou a seco.

Além das coleções, o Museu também é responsável pela Estação Biológica de Boracéia, uma reserva de Mata Atlântica em Salesópolis, SP.

Mantém uma biblioteca especializada, publicações, exposições públicas e atendimento educativo.

Na área da difusão cultural, as pesquisas enquadram-se: em museologia, comunicação e educação.

No ensino, o Museu atua em pós-graduação, oferece disciplinas para graduação, cursos de extensão e estágios de aperfeiçoamento e de iniciação científica.

O Museu de Zoologia teve seu início na década de 1890 quando diversas coleções formaram o Museu Paulista.

Em 1890, o Conselheiro Francisco Mayrink doou ao Governo do Estado de São Paulo uma coleção de história natural, que havia sido reunida por Joaquim Sertório a partir de 1870.

Esse acervo foi então organizado junto à Comissão Geográfica e Geológica e, incorporado a outros, fez parte do Museu Paulista que ocupou o prédio-monumento inaugurado em 1895 aqui no Ipiranga.

Museu de Zoologia está instalado em um prédio de interesse histórico e arquitetônico, projetado pelo arquiteto Christiano Stockler das Neves e inaugurado em 1941. Foi o primeiro prédio em São Paulo construído especificamente como museu. Christiano das Neves foi também autor do projeto da Estação Júlio Prestes (Sala São Paulo), na mesma época.

Os motivos faunísticos são uma marca na arquitetura do Museu, revelando o uso do prédio, conhecido no bairro do Ipiranga como "Museu dos Bichos". Representações de animais aparecem nas fachadas, no vão central e nos vitrais.

Nas fachadas, há 32 quadros coloridos de cerâmica vidrada e as esculturas de uma águia e de duas cabeças de leão.

No vão central, destacam-se moldes em gesso alto-relevo representando animais vertebrados e invertebrados.

Os vitrais do Museu, que podem ser apreciados nas escadarias, retratam animais do Brasil e de outras regiões do mundo. Foram criados pela Casa Conrado, uma empresa paulista com muita tradição em vitrais, na época da construção do prédio (1940). São feitos com cristais da Bélgica, Itália e Alemanha, unidos por chumbo e em 2002 foram restaurados pela mesma empresa que os criou, sob a gerência do sucessor, Conrado Sorgenicht Filho

O estacionamento de ônibus pode ser feito na Av. Nazaré, pista esquerda, sentido Centro-Bairro, ou nas ruas próximas. Mas, para segurança, sugerimos que o desembarque e embarque sejam feitos na Rua Padre Marchetti.

Taxidermia

  • Taxidermia de um filhote de lobo marinho.

  • Material sendo preparado para a exposição no museu do Parque Estadual da Ilha do Cardoso.

Zoológico de Curitiba: Exposição de material biológico

Visita ao zoológico de Curitiba e observação do museu e do trabalho de educação ambiental realizado pela instituição.

Objetivo dessa visita é conhecer diferentes técnicas de exposição e formas diferentes de trabalhar com a educação ambiental, para faixas etária diferentes.

Conhecendo museu do zoológico de Curitiba

Depois de uma acampamento em Ilha Comprida para observação da fauna da região, visita realizada ao Zoológico de Curitiba para conhecer o museu e o trabalho de educação ambiental desenvolvido na instituição.

Expo-Museu

Será montada na instituição uma exposição biológica.

O tamanho e períodos da exposição são variáveis, dependendo do interesse da instituição.

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